segunda-feira, 19 de outubro de 2015

O CÂNTICO NO CULTO CRISTÃO



O cântico é parte integrante da liturgia do culto cristão, podendo ser atestada nos escritos dos pais da igreja, bem cedo. O louvor a Deus cantado pela boca da igreja é elemento de culto, presente em todas as igrejas. 

Nossa intensão não é discutir o assunto, mas apenas direcionar você a alguns artigos que consideramos importantes e que tratam de aspectos relevantes do culto cristão. Propositadamente, deixamos de lado alguns aspectos secundários como exclusividade ou não do cântico dos Salmos. 

Esperamos que essa postagem seja uma singela contribuição para aqueles que estão buscando mais esclarecimento sobre o assunto da música na igreja.

A música na liturgia de Calvino em Genebra
Por Jouberto Heringer da Silva

Findes Reformata 7/2/2002
http://www.mackenzie.br/fileadmin/Mantenedora/CPAJ/revista/VOLUME_VII__2002__2/Jouberto.pdf


Os benefícios do cântico dos Salmos
Rev. Jason Kortering

Vamos refletir em gratidão por Deus ter concedido à igreja a dádiva dos Salmos. Vamos também refletir por Deus ter usado os reformadores para trazer de voltar o cântico dos Salmos às igrejas. Que bom é cantá-lo! Clame através do Saltério e reflita sobre as profundezas espirituais destes Cânticos. 
Artigo completo em: http://www.monergismo.com/textos/liturgia/beneficios_cantico_salmos_Kortering.pdf


HISTÓRIA DO HINO CASTELO FORTE (Salmo 46)
Martinho Lutero

É considerado o Hino de Batalha da Reforma Protestante, devido ao efeito produzido no apoio à causa dos Reformistas. John Julian declina quatro teorias sobre sua origem:
Heinrich Heine: foi cantado por Martinho Lutero e seus companheiros, quando entraram em Worms em 16 de abril de 1521, para a Dieta...
http://reforma21.org/blog/castelo-forte-e-nosso-deus.html



ATA DO SÍNODO DE DORT - lançamento mundial do primeiro volume


ACTA ET DOCUMENTA SYNODI NATIONALIS DORECHTANAE (1618-1619)

Algumas pessoas me pediram para eu escrever um pouco mais sobre o projeto Dordt, que publicou recentemente o primeiro volume que contém a Ata do Sínodo de Dordt (1618-1619). Observando tal volume, achei que o melhor que posso fazer é traduzir o prefácio que os três editores escreveram para apresentar o primeiro dos 9 volumes dessa coleção impressionante. Acredito que esse primeiro volume é um bom exemplo, pois ele indica como os outros volumes serão. O livro tem 539 páginas (e custa mais ou menos R$ 1,25 por página (!), um valor insignificante, considerando o fato de que o leitor terá acesso ao material original, que só pode ser visto em arquivos na Europa). Nele há um index de nomes, que atualizará o leitor com os personagens mais importantes do século XVII; também há um index de assuntos e textos bíblicos, que ajudam o leitor que quer pesquisar certos tópicos. O livro foi bem feito (com capa dura) e servirá também para as próximas gerações que querem pesquisar sobre a ata de Dordt. 
Aqui segue o Prefácio dos editores:
A coleção Acta et Documenta Synodi Nationalis Dordrechtanae (1618-1619), é uma edição crítica de nove volumes, na qual contém todos os documentos do Sínodo de Dordt. Além da Ata original que cobre todas as sessões que foram feitas durante mais de seis meses, há também todos os documentos preparatórios que foram produzidos pelo Sínodo, e os relatórios contemporâneos sobre o Sínodo. Todos os documentos são disponibilizados nas suas línguas originais (principalmente Latim, que era a língua oficial dos delegados). 
O primeiro volume dessa coleção apresenta três versões da Ata do Sínodo: 1) A Ata original que se chama Ata Autenticada; 2) A Ata impressa; e 3) A ata abreviada, que se chama A Ata Contrata. Considerando que a Ata impressa tem diferenças significantes em comparação com a Ata Autenticada, a primeira edição da Ata impressa (Leiden 1620) está incluída nesse volume para que o leitor possa compará-la facilmente com a Ata Autenticada. Também foi incluída a Ata das reuniões dos Delegados do Estado, os quais representavam os Estados Generais (O Governo dos Países Baixos) no Sínodo, e o mandato com as instruções que receberam dos seus superiores. 
Os documentos que foram considerados e produzidos pelo Sínodo aparecem nos outros volumes dessa coleção. Quando mencionados em qualquer versão da Ata, tais documentos são identificados nos rodapés. 
A necessidade desta nova edição é óbvia, porque muitos documentos importantes do Sínodo estão sendo preservados como manuscritos em vários arquivos europeus: tanto na Holanda, como também na Suíça, Inglaterra e Alemanha. Isso inclui a Ata original (A Ata Autenticada) do Sínodo, como também uma variedade de diários importantes, que foram feitos por alguns participantes. Além disso, muito material sobre Dordt, que foi escrito principalmente no século XVII. 
O projeto Dordt nasceu quando Herman Selderhuis e William den Boer da Universidade Teológica em Apeldoorn (Holanda) discutiram a ideia de comemorar o aniversário quadringentésimo do Sínodo por meio da produção de uma nova edição da Ata de Dordt. Eles compartilharam essa ideia com Donald Sinnema, o qual possui muito conhecimento por causa das suas pesquisas de Dordt; ele apontou a necessidade de haver uma edição crítica de todos os documentos de Dordt. 
O objetivo amplo do projeto exige um time internacional de editores, os quais são supervisionados por três editores gerais. Herman Selderhuis coordena os aspectos organizatórios do projeto. Christian Moser (Institut fur Schweizerische Reformationsgeschichte; em português: Instituto da História Eclesiástica da Suíca), Universidade de Zurique) cuida dos aspectos editoriais e técnicos da edição. E Donald Sinnema (Trinity Christian College, Illinois) cuida do conteúdo e de uma inventariação completa de todos os documentos de Dordt.
TRADUÇÃO: Rev Abram de Graaf
Projeto Dort

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

PALESTRAS COMEMORATIVAS AOS 498 ANOS DA REFORMA PROTESTANTE - MACEIÓ


No dia 31 de outubro, a partir das 19horas, a Igreja Reformada em Maceió, em Village II, realizará palestras comemorativas aos 498 anos da Grande Reforma Protestante do Século XVI. As palestras abordarão temas como origem do movimento de Reforma, História marcante da Reforma e Doutrinas resgatadas na Reforma.

O mundo anticristão está tentando destruir a importância e beleza desta data com a festa do Halloeen e muitos cristãos estão deixando-se levar por esta armadilha. Convidamos vocês a ensinarem sobre a história da reforma para seus filhos, seus irmãos na igreja, seus vizinhos. Vamos nos unir na batalha contra o mal.

Assista ao vídeo promocional acessando o link abaixo:
<a href="https://www.facebook.com/820963771324585/videos/909659055788389/">https://www.facebook.com/820963771324585/videos/909659055788389/</a>

Acesse a página do evento no Facebook, clique em PARTICIPAR e tenha mais informações
<a href="https://www.facebook.com/events/1507435426239121/">https://www.facebook.com/events/1507435426239121/</a>

A data 31 de outubro de 1517 é adotada em todo o mundo para celebrar o aniversário da Grande Reforma Protestante. Neste ano de 2015, a Reforma completa 498 anos e entra na reta final para a grande festa de comemoração dos 500 anos. Você está convidado a participar desta noite festiva, conosco.

PROGRAMAÇÃO
19:20 Abertura
. Cântico do hino Castelo Forte (de autoria de Martinho Lutero, baseado no salmo 46)

19:30 Primeira palestra - seminarista Lucio Mauro
. O que é a Reforma Protestante

20:00 Segunda palestra - Rev. Flávio Silva
. Casos da Reforma

20:30 Intervalo
. Livraria oferece 30% de descontos em livros cristãos
. Aprecie nosso cafezinho, é de graça
. Cantina

20:40 Terceira palestra - Rev. Abram de Graaf
. Os Cinco Solas da Reforma
. A Reforma e os Cinco Pontos do Calvinismo

21:20 Encerramento
. Hino "Escolhido pela graça" (Cinco Pontos do Calvinismo)
. Agradecimentos
. Convite para conhecer um culto reformado

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

O USO DO TERMO "REFORMADO"


Como tem sido usado o termo "reformado" ligado com a teologia, fé cristã, e outros termos? O que se quer dizer com o termo "Reformado"? Quem deveria usá-lo? Colocamos alguns links de estudos que explicam sobre várias questões relacionadas com este tema.
Ser um cristão "reformado" não significa apenas concordar com os Cinco Solas da Reforma e com a TULIP, mas combinar essa concordância com a subscrição ou assentimento a alguma Confissão Reformada
http://ipmps.com.br/o-que-e-um-reformado/
Qual o distintivo da teologia reformada? R. C. Sproul
A teologia sobre Deus. A teologia reformada é a única que mantém um restante de teologia, consequente com a primeira afirmação. Outras linhas teológicas, mesmo fazendo a afirmação inicial "Deus é soberano", o restante da sua teologia, seja a cristologia, pneumatologia, ou qualquer outra doutrina, não se mantém consequentemente à primeira afirmação.
http://voltemosaoevangelho.com/…/qual-e-o-distintivo-mais-…/
Herman Hanko
"A fé reformada ensina que Deus é o Criador do céu e da terra. Ele sustenta todas as coisas pela Palavra de Seu poder e rege todas as criaturas pelo Seu soberano poder. Logo, todas as criaturas somente efetuam a Sua vontade."
Artigo completo
http://www.cprf.co.uk/la…/portuguese_meanstobereformed.html…
Treze princípios para que uma teologia seja consistentemente reformada
Mackenzie
http://www.mackenzie.br/teologia_reformada_est.html
http://www.cristao.tv/…/igreja-reformada-e-os-desafios-teol…
Ser calvinista é a mesma coisa que ser reformado?
http://monergismo.com/…/ser-calvinista-e-o-mesmo-que-ser-r…/
Bate-papo muito bom sobre o significado de "reformado".
http://voltemosaoevangelho.com/…/2…/11/o-que-e-um-reformado/
OUTROS LINKS
Baixa gratuitamente o livreto de Herman Hanko "O que significa ser um reformado"
http://livros.gospelmais.com.br/…/livro-ebook-o-que-signifi…

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

A IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO DAS LÍNGUAS BÍBLICAS ORIGINAIS

A maioria dos reformadores haviam recebido formação humanista. Uma das características marcantes do humanismo de sua época era o retorno aos documentos antigos (ad fontes), como os clássicos gregos e os documentos antigos das Sagradas Escrituras. Como resultado do apreço pelas línguas originais bíblicas, o mundo recebeu o primeiro texto nas línguas originais, o Hebraico e o Grego, impresso na Poliglota Computensia (1517), em seguida, veio o Textus Receptus produzido por Erasmo de Roderdã, que serviu como base para a tradução da Bíblia nas línguas modernas.



As Igrejas Reformadas e a Tradução da Bíblia em Português (século XVII e XVIII)
Você está convidado a abrir sua Bíblia nas primeiras páginas. A grande maioria das Bíblias usadas no Brasil fazem uso da tradução de um tal “João Ferreira de Almeida”. Quem foi este homem? Ele foi um dos primeiros portugueses a abraçar publicamente a fé reformada, em 1642. Mais tarde ele se tornou um pastor das Igrejas Reformadas numa região da Ásia onde se fala português, e iniciou o trabalho de traduzir a Palavra de Deus para a língua portuguesa. A obra que ele iniciou foi completada por outros pastores reformados no século XVIII.



A benção de termos a Bíblia em nossa língua começou com um pastor reformado que conhecia bem as línguas originais da Bíblia. O conhecimento das línguas originais  continua sendo imprescindível para melhoramento das traduções já existentes e publicação de novas traduções. Isso não significa que as traduções antigas foram mau feitas (embora elas não tenham sido perfeitas), mas porque a língua é dinâmica, ela muda com o tempo e isso exige que palavras, expressões e até mesmo sentenças inteiras sejam adaptadas à realidade contemporânea.



Além disso, o conhecimento das línguas originais é importante também para o bom uso da Bíblia na igreja. Seja em pregações, estudos, catequese, devocionais a compreensão da mensagem e do propósito para o qual a mensagem foi deixada escrita na Palavra de Deus são o alvo de todos que dependem da Bíblia para viver uma vida cristã agradável a Deus. Para que se atinja um grau satisfatório de compreensão da mensagem e do seu propósito, é útil o conhecimento das línguas originais bíblicas.

Embora existam atualmente muitas ferramentas que ajudam a compensar as dificuldades daqueles que não dispõe do conhecimento do Hebraico e do Grego para obter este conhecimento, aqueles que receberam formação adequada nas línguas bíblicas conseguirão fazer um trabalho de investigação mais profundo, na busca dos significados de palavras, expressões e frases.

Por esses motivos e outros que podem ser levantados, estudar as línguas bíblicas é útil e até mesmo necessário em nossos dias. Portanto, se você já é pastor e não recebeu boa formação nessa área, não desanime de se matricular em um bom curso de línguas bíblicas. Se você fez seminário e recebeu uma formação fraca, como é o caso da maioria dos seminários que apenas oferecem a disciplina de Grego e Hebraico como exigência do currículo de Bacharel em Teologia, sem contudo oferecer aos estudantes a menor condição de praticar uma Exegese decente, você também tem motivos para se matricular em um bom curso de línguas bíblicas. Se você ainda não possui nenhuma afinidade como o Grego e o Hebraico, nunca é tarde demais para aprender. Matricule-se em um curso de qualidade e seja capaz de fazer melhor o trabalho de entender, explicar e aplicar a mensagem da Palavra de Deus aos corações dos crentes de sua congregação.

Por Lucio Mauro

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

ALGUNS DEFENSORES DA PENA DE MORTE

ALGUNS NOMES IMPORTANTES DA HISTÓRIA QUE DEFENDEM PUBLICAMENTE A PENA DE MORTE EM NOSSO PAÍS.

Mansour Challita, Escritor e jornalista, Presidente da Associação Cultural Internacional Gibran. “Ao proteger a qualquer preço a vida dos criminosos, incentivamo-los a tirar a vida de muitos inocentes. E porque devemos preferir os criminosos aos inocentes”. (A pena de morte, Amaral Neto, 2. ed., Rio de Janeiro. Record, 1991.

Monsenhor Emílio Silva de Castro, Doutor em filosofia de Santo Tomás pela Pontifícia Academia Romana di S. Tomaso d’Aquino, de Roma. “Não há força mais dissuasória dos que pretendem cometer homicídios, do que saber com certeza que se matar o semelhante pagará com sua própria vida”. (Idem, p. 16)

Arthur Koestler, Alberto Camus, Gore Vidal, dom Vicente Scherer, Gustavo Corção, Alberto Marino Jr., São Luis, Martinho Lutero, Santo Agostinho, São Tomás de Aquino e Pio XII todos citados pelo próprio Amaral Neto (Idem, pg. 9).

Nelson Ungria, “A pena de morte pode, excepcionalmente, apresentar-se tão necessária quanto o homicídio no campo de batalha”. Comentário ao Código Penal, Vol I, Tomo II, 4 Ed, Editora Forense. Rio, 1958, p. 471.

Farabulini Júnior, Deputado Federal por São Paulo nos anos 80. (idem p. 31).
Mestre em Direito do Estado pela PUC/SP; - Professor de Cursos de Aperfeiçoamento na OAB

Professor Carlos de Araújo Lima, criminalista, membro da Academia de Letras Jurídicas, autor de vários livros. “O crime avassalador e impune, a justiça ausente ou ineficaz e a impossibilidade de o homem ficar de braços cruzados – eis o triângulo que mata”. Ao homem nessa hipótese não é possível ficar inerte, sem reagir. Mesmo porque, então, ele já estará aplicando a si mesmo a pena de morte. (idem p. 175).

Ítalo Galli, Desembargador do Tribunal de Justiça, ex-presidente do Tribunal de Alçada Criminal, “A pena de morte, além dos inesgotáveis benefícios que traz à sociedade, enseja ao réu a sua convertio ad Deus, como o bom Ladrão que ganhou o céu graças à pena de morte”. . (idem p. 175).

Alberto Marino Júnior, Desembargador do Tribunal de Alçada Criminal de São Paulo, “O latrocínio, o homicideo mercenário e aquele praticado pelo prazer do mal, a extorsão mediante seqüestro seguida de morte, o estupro e o atentado violento ao pudor seguido de morte, o trafico profissional mercenário de entorpecentes, todos esses crimes, em caso de reincidência, estão a clamar pela pena de morte”. (idem p. 176)

Francisco Cezar Pinheiro Rodrigues, Desembargador do tribunal de justiça de São Paulo, “É intuitivo que a pena de morte intimida mais que a simples prisão, sujeita a sucessivas reduções de pena, e com alguma possibilidade de fuga seria muito mais remota. Dizer que a morte não intimida é desconhecer o sofrimento moral que acomete o condenado à morte enquanto aguarda o dia da execução.” (idem p. 177).

Paulo José da Costa Júnior, Titular de direito Penal da Usp, “Quero que saibam que também eu, depois de ter sustentado opinião contrária à pena de morte, sou inteiramente favorável a ela nos dias atuais” . (idem p. 175).

Sezare Bonesan (Marquês de Beccaria), “A morte de um cidadão apenas pode ser tida como precisa, por razões: nos instantes confusos em que a nação está na dependência de recuperar ou perder a sua liberdade, nos períodos de confusão, quando se substitui as leis pela desordem e quando um cidadão, embora sem sua liberdade, pode ainda, graças as suas relações e ao seu crédito, atentar contra a segurança pública e sua existência, podendo acarretar uma revolução perigosa no governo estabelecido”.
“Sob o reinado calmo das leis, em uma forma de governo aprovada por toda a nação, em um Estado que esteja bem definido no exterior e no interior, sustido pela força e pela opinião, que talvez seja ainda mais forte do que a própria força, em um pais onde o próprio soberano exerce autoridade, onde as riquezas apenas podem representar prazer e não poder, não deve existir qualquer necessidade de tirar a existência de um cidadão, a não ser que a morte seja o único freio que possa obstar novos crimes” . (idem p. 178, 179).

Roberto Campos, Economista, ex-ministro de Estado, ex-Senador e Deputado federal, “Eu, que nunca admiti nenhum tipo de estatização, fui convencido por Amaral Neto de que a única estatização obrigatória é a da pena de morte”. (idem p. 179)




segunda-feira, 5 de outubro de 2015

POLÍTICA REFORMADA: o cristão e a política

POLÍTICA REFORMADA
O cristão e a política

Só de ouvir a palavra POLÍTICA, muitos cristãos já emitem aquele "ôch" (pelo menos se ele sor um nordestino). Isso porque, as pessoas logo relacionam POLÍTICA com a "Política Pública" do nosso país. Então, corrupção em praticamente todas as esferas de governos (estou sendo otimista), nos legislativo, judiciários, nas autarquias, afastam as pessoas honestas (embora atraiam muita gente gananciosa) na vida política da nossa nação.
Mas, será que deve ser assim? POLÍTICA não tem a ver com o mandato que recebemos de Deus, desde o Édem? Como, então, os cristãos podem cumprir esse mandato adequadamente? Isso requer uma volta às Escrituras. Mas como fazer isso? Graças a Deus que o Senhor tem levantado em todo Brasil pessoas capacitadas para orientar os cristãos à boa prática da POLÍTICA.
Eu mesmo não sou a pessoa qualificada para isso, mas tenho me beneficiado com alguns recursos que me ajudam a compreender melhor POLÍTICA, segundo a Bíblia.
Passaremos a compartilhar alguns recursos sobre o tema "O Cristão e a Política". Espero que você aproveite bem!
Lucio Mauro

Projeto Maceió - Reforma Protestante
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Links com artigos importantes para quem deseja se aprofundar no tema:

O CRISTÃO E A POLÍTICA
Até que ponto o cristão deve obedecer ao governo?
http://www.teologiabrasileira.com.br/teologiadet.asp…

Um olhar sobre Romanos 13
http://hernandesdiaslopes.com.br/…/uma-reflexao-sobre-o-c…/…

Primeiro fórum nordestino de cosmovisão cristã - Fortaleza
Herman Doyweerd
http://youtu.be/rplpGHgud3Q

Como cristãos podem lidar com a política?
http://voltemosaoevangelho.com/…/o-cristao-e-politica-uma-…/

Bibliografia sugerida por Franklin Ferreira. Conheça os livros em Língua Portuguesa que irão auxiliar você no progresso do entendimento sobre política.
http://voltemosaoevangelho.com/…/bibliografia-sobre-politi…/

O governo tem o direito de interferir em todas as esferas da vida, ou só Deus pode fazer isso?
http://tempora-mores.blogspot.com.br/…/soberania-das-esfera…

Entrevista com o Dr. Lucas Grassi Freire sobre a visão reformada da política.
http://reforma21.org/pr…/prodcast-39-politica-reformada.html

Mantenha-se atualizado sobre política cristã reformada
https://politicareformada.wordpress.com/20…/…/26/introducao/

Página especializada em política sob perspectiva cristã reformada.
https://www.facebook.com/politicareformada

Estado regulador: Dr. Lucas Grassi
https://politicareformada.wordpress.com/…/21/estado-regula…/