domingo, 3 de outubro de 2010

ELEIÇÃO GOVERNAMENTAL: Os Cristãos e as suas Dúvidas

Chegamos ao dia do Pleito e muitos Cristãos ainda persistem em suas dúvidas sobre em quem devem votar nestas eleições. Alguns que já tinham escolhidos seus candidatos, sentiram-se pressionado pela enxurrada de informações que abarrotaram suas caixas de e-mails, encheram seus ouvidos e olhos através dos noticiários de rádios e televisão, e voltaram à dúvida: em quem votar!

Livros religiosos
Os três candidatos majoritários, na caminhada à presidência da nação em 2010, revezam-se nas contradições sobre os assuntos polêmicos. As igrejas também não se entendem sobre qual candidato se aproxima mais daquilo que deve ser os objetivos dos cristãos ao escolherem os representantes do governo civil, quais são: administração pública, punição dos faltosos, promoção do Reino de Deus e Sua Glória.

Estes princípios podemos extrair de documentos históricos desde a Grande Reforma do século XVI como a Confissão de Fé, conhecida como confissão de Fé Belga, como vemos abaixo:

"Cremos que nosso bom Deus, por causa da perversidade do gênero humano, constituiu reis, governos e autoridades [1]. Ele quer que o mundo seja governado por leis e códigos [2], para que a indisciplina dos homens seja contida e tudo ocorra entre eles em boa ordem [3]. Para este fim Ele forneceu às autoridades a espada para castigar os maus e proteger os bons (Romanos 13:4).

Seu ofício não é apenas cuidar da ordem pública e zelar por ela, mas também proteger o santo ministério da igreja a fim de * promover o reino de Jesus Cristo e a pregação da Palavra do Evangelho em todo lugar [4], para que Deus seja honrado e servido por todos, como Ele ordena na sua Palavra." (Confissão Belga artigo 36, primeiro e segundo parágrafo)

Agora é orar para que o candidato eleito, seja em primeiro ou em segundo turno, possa estar em sintonia com estes anseios. Se o cristão votou nele, então, aumenta sua responsabilidade e necessidade de seguir o ensino do apóstolo Paulo em 1 Timóteo 2:

Admoesto-te, pois, antes de tudo, que se façam deprecações, orações, intercessões, e ações de graças, por todos os homens;
Pelos reis, e por todos os que estão em eminência, para que tenhamos uma vida quieta e sossegada, em toda a piedade e honestidade;
Porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador,
Por Lucio Mauro


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