segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

VOCÊ AINDA ASSISTE O BBB

Parar de assistir BBB? Por causa de um beijo?

Você está brincando?

E todos estes anos que o BBB está cheio de todo tipo de imoralidade "heterosexual"?

E todos estes anos, que a GLOBO e as demais emissoras estão jorrando para dentro da sua casa incontáveis horas de adultério, ódio, mentira, blasfêmia, sensualidade, assassinato, infidelidade, cobiça, imodéstia, imoralidade, avareza, ociosidade, tolice, imundice, irreligiosidade, e tantas coisas semelhantes?

Você engole tudo isto, e depois por causa de um beijo vai parar de assistir UM programa?

Que Cristianismo radical! Que santidade impressionante! Quem somos nós para decidir que assistir dois homens beijando é nojento, enquanto assistimos com maior calma e prazer a novela e o filme na qual quase todo mudo está fornicando com tudo mundo, ou vivendo em adultério e eu não sei quantos mais pecados?

Meu irmão, não é tempo para a comunidade "evangélica" parar de assistir a GLOBO. É tempo para a comunidade "evangélica" confessar a Deus o seu mundanismo; é tempo para a comunidade evangélica aprender o que é a verdadeira conversão, o verdadeiro arrependimento, a verdadeira busca pela santidade, o verdadeiro anseio pela pureza e santificação que só o Espírito Santo concede. É o tempo para a comunidade evangélica constatar, com vergonha e horror, que nossos hábitos de assistir televisão não são diferentes em quase nada dos hábitos daqueles que estão indo para o inferno.

É tempo para a comunidade evangélica aprender com Jó, que fez uma aliança com os seus olhos. Precisamos fazer uma aliança com os nossos olhos, para não olhar nem o pecado nem aquilo que nos induza ao pecado.

Um bom início seria mudar radicalmente os nossos hábitos quanto a assistir a televisão. Seria bom selecionarmos a dedo aquilo que passará em nossa tela; talvez fazendo uso de DVDs cuidadosamente selecionados.

E, falando de DVDs: se nós evangélicos temos DVDs pirateados em nossa prateleira, como é possível ficarmos tão chocados pelo beijo homossexual? O apóstolo Paulo, em 1 Cor 6, nos diz que os que vivem no pecado de homossexualismo não herdarão o reino de Deus. Mas no versículo seguinte, ele também nos ensina que os ladrões e roubadores igualmente ficarão fora.

Quando é que a Igreja vai aprender que o pecado é, por definição, algo que ofende a santidade de DEUS, e não deve ser avaliado conforme o grau de repúdio que causa em nós, pecadores? Pois este DVD pirateado, que jaz na prateleira de muitos evangélicos, é tão nojento e abominável a Deus quanto um beijo homossexual.

Estes dois homens que se beijaram, estão vivendo conforme a crença e "fé" deles. Seria tão bom se nós Cristãos aprendêssemos fazer o mesmo: viver conforme a nossa crença e fé, aplicando-a de uma forma coerente e consequente em nossas vidas.

Kenneth Edward Wieske, VDM

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Dicas sobre uso de faróis e lanternas: voce sabia que asar apenas lanternas a noite dá multa

voce sabia que asar apenas lanternas a noite dá multa

Os veículos são dotados de sistemas de iluminação, com a finalidade de proporcionar a percepção do veículo à longa distância, quando estamos em rodovias, mas também a interpretação de seu posicionamento
Quando estamos em dias chuvosos, à noite ou no entardecer.
Um dos países que apresentavam índices elevadíssimos de acidentes de trânsito, era a Suécia. Para solucionar o problema, foram adotadas medidas preventivas e uma das mais curiosas foi a obrigatoriedade do uso dos faróis baixos mesmo no período diurno.
Os índices reduziram drasticamente, mas pode ser esclarecida esta questão, porque a Suécia tem problemas sérios com o nevoeiro sobre suas cidades.
Mas um número significativo de motoristas deixam de fazer uso dos faróis da maneira correta, por absoluto desconhecimento de causa.
Para se ter idéia, muitos confundem a lanterna, também denominada luz de posição, ou luz de estacionamento, com o farol baixo.
A lanterna tem finalidade de se conferir o posicionamento do veículo em condições extremas de ausência de luminosidade.
Os faróis tem a função de iluminar a pista de passagem enquanto que o farol alto, permite a visão de uma extensão maior e só pode ser utilizado quando não houver outros motoristas no sentido oposto, ou à sua frente.
Outra função importante do uso dos faróis baixos, é a capacidade de permitir a antecipação aos motoristas que estiverem próximos de cruzar o mesmo local, mesma esquina, ou mesmo cruzamento de pistas.
Isso porque quando o motorista liga os faróis, a pista à sua frente é iluminada e os motoristas que estiverem se aproximando perceberão o seu movimento evitando assim uma possível colisão.
A falta do uso correto dos faróis é tão expressiva em diversas cidades brasileiras, que metrópoles como a Grande São Paulo, registram aumento de 15% no número de acidentes de trânsito, mesmo existindo um número 65 % menor de veículos nas vias públicas no período noturno.
Grande parte ocorre por ausência, mau uso, ou falhas nas iluminações.
É significativo o número de motoristas que deixam de fazer uso das lanternas (estou dizendo lanternas e não faróis), nas rodovias. Isso mesmo, muitos deixam de ligar as lanternas para trafegar pelas rodovias.
Não sei o que ocorre, nem por qual motivo deixam de ser sequer multados ou advertidos pelos policiais rodoviários.
Mas o problema é ainda maior quando esta negligência ocorre por parte de motoqueiros.
Eu já fui surpreendido diversas vezes em dias chuvosos, sem muita visibilidade, com motoqueiros cruzando os veículos sem nenhuma luz acesa, seja na traseira, seja na dianteira.
Os índices elevadíssimos de morte de motoqueiros no Brasil, pode ser interpretado parcialmente por mais este motivo.
Para entender um pouco tudo isso, os motoristas deveriam fazer com certa regularidade, uma revisão nos faróis, principalmente na questão da regulagem de altura.
Quando se pretende viajar, a questão da regulagem deve ser melhor atendida, isso porque quando se coloca uma quantidade significativa de peso no veículo, em geral no porta-malas, o veículo tende a "empinar" fazendo com que o ângulo de inclinação confira a elevação dos focos de luminosidade dos faróis.
Outra questão e que é motivo constante de reclamações por parte dos motoristas, é pelo fato de que mesmo os faróis baixos venham a incomodar quando em tráfego pelas vias públicas. Isso se deve ao fato de que quando utilizamos os faróis baixos, o foco de iluminação será da altura do pára-choque para baixo.
No entanto, quando se está em uma elevação, este foco será literalmente no olho do motorista que estiver no sentido oposto e na subida.
Não há o que fazer nesta situação à não ser enfrentar o problema.
Muitos se manifestam com medidas que são supostamente "educadas", desligando os faróis baixos deixando somente as lanternas. Mas isso é uma infração de trânsito, pois os faróis devem ser acionados e permanecer ligados enquantoo veículo estiver em funcionamento e em movimento.

Leia Mais em:

http://pt.shvoong.com/exact-sciences/engineering/1667908-dicas-automotivas-uso-correto-dos/

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

EFEITO INTIMIDATÓRIO DA PENA CAPITAL

EFEITO INTIMIDATÓRIO DA PENA CAPITAL

“Eles” costumam dizer que muitos dos que querem a pena de morte imaginam que ela recairá também sobre os pequenos crimes. Eu, embora não acreditem, digo que recairá sim.
Como? De maneira indireta, como um efeito cascata às avessas ou, se preferirem, por uma reação em cadeia.

A existência da pena capital, por si só, será suficiente para inibir toda espécie de ação delituosa.
Os que pretendem praticá-las saberão que os riscos que vão correr poderão ser muito grandes no caso de uma fatalidade.

Se um assaltante entrar numa residência ou numa casa comercial armado de um simples canivete, sabe que corre o risco de ferir mortalmente quem se atravessar no seu caminho.
E o que poderia ser um simples roubo pode se transformar em processo por morte.
Da mesma forma qualquer seqüestrador há de pensar duas vezes antes de agir.
Um acidente durante um seqüestro que resulta na morte do atingido levará o autor a responder por crime passível de condenação à pena capital.

Até mesmo a morte do seqüestrado causada por doença redundará em possível condenação à pena máxima.

E os seqüestradores de caminhoneiros e taxistas terão de agir o mais cuidadosamente possível para não levarem à morte suas vitimas.

Enfim, ao contrario do que “eles” dizem, a pena capital tem de fato efeito intimidatório e dissuasivo.

Ela funciona sempre como um freio capaz de reduzir em muito o ímpeto dos que pretendem infringir a lei.

Além do mais, em toda espécie de transgressão em que o fator violência possa ocorrer, mesmo não programada, a simples existência da pena dificultaria a ação.

“Eles” costumam afirmar que onde existe pena de morte ela funciona até como incentivo ao crime.

Mentira, falsidade e falta de caráter.

Jamais eu afirmaria que a pena de morte acabaria com o crime, seja ele qual for.

Transgredir a lei, tanto quanto violar os mandamentos divinos, é próprio da natureza humana, e nossas mentes funcionam de acordo com o livre-arbítrio de cada um.

Nós optamos pelo bem e pelo mal.

“Eles” costumam afirmar que nos paizes – ou nos estados americanos – onde há pena de morte os crimes apresentam índices crescentes em determinadas épocas.

É verdade. Mas, como me afirmou um deputado do Missouri, é muito mais fácil que esse aumento se verifique em maiores percentagens em estados sem a pena de morte.

Em 1990, por exemplo, o incremento do tráfico de drogas, e em conseqüência seu maior consumo, tornou mais numerosas e violentas as gangues, em todo o território dos Estados Unidos.

No entanto, em 1989, os índices de homicídios das regiões onde funciona a pena de morte eram no geral cerca de 22% inferiores aos dos estados chamados abolicionistas.

Só os sofistas e os falsificadores podem negar a lógica dos fatos. E, se não houvesse outro argumento, bastaria levar em conta que, com a pena de morte, o mesmo bandido não mataria duas vezes. Na primeira, estaria encerrada a sua carreira.

E isso é o que importa.

Talvez a maior razão da pena de morte.

Veja o que diz um dos mais competentes e radicais adversários da pena de morte, Evaristo de Moraes Filho, meu competidor de inúmeros debates: “Os perigosos, da mesma forma que não dão valor a vida alheia, não estimam a própria vida. A prova disso é que, na prática do delito, eles colocam quase sempre em risco a própria existência. Se morre, é um acidente de trabalho. Não é assim simplesmente pela legalização da pena de morte, que os delinqüentes de personalidade deformada passarão a dar valor à vida e deixarão de praticar crimes com medo de sofrer a pena de morte”.

O meu caro Evaristo, como tantos companheiros seus, fornece, com esses conceitos, argumentos a favor da pena de morte. Se existem assassinos que não à temem – e como existem - , é preciso elimina-los ao primeiro crime, pois, do contrario, continuarão matando a vida interia.

Capítulo IX do livro A PENA CAPITAL, EM DEFESA DA VIDA. AMARAL NETO
A pena de Morte, Amaral Neto, 2 Ed. Rio de Janeiro: Record, 1991

Para outros comentários sobre o assunto acesse:

http://familiadopacto.blog.terra.com.br/?cat=136714


O QUE MUDOU NA EDUCAÇÃO CRISTÃ COM A LDB - LEI DE DIRETRIZES E BASES

Artigo 24 da LDB - Sobre a educação O artigo 24 da LDB

Conheça as exigências da LDB que implicam na obrigatoriedade de colocar nossos filhos nas escolas mesmo que nós desejemos ensiná-los em casa e dar-lhes uma educação dentro dos princípios bíblicos.

Precisamos pensar um pouco mais sobre essa questão. Dê sua contribuição. Fale o que pensa disso. Você teria coragem de tirar seus filhos da escola e ensiná-los em casa se isso representasse para ele uma educação honesta, e, pra você o comprometimento com sua obrigações como pai cristão, de educar seu filho em temor ao SENHOR.

A educação básica, nos níveis fundamental e médio, será organizada de acordo com as seguintes regras comuns:

I - a carga horária mínima anual será de oitocentas horas, distribuídas por um mínimo de duzentos dias de efetivo trabalho escolar, excluído o tempo reservado aos exames finais, quando houver;

II - a classificação em qualquer série ou etapa, exceto a primeira do ensino fundamental, pode ser feita:

a) por promoção, para alunos que cursaram, com aproveitamento, a série ou fase anterior, na própria escola;
b) por transferência, para candidatos procedentes de outras escolas;
c) independentemente de escolarização anterior, mediante avaliação feita pela escola, que defina o grau de desenvolvimento e experiência do candidato e permita sua inscrição na série ou etapa adequada, conforme regulamentação do respectivo sistema de ensino;

III - nos estabelecimentos que adotam a progressão regular por série, o regimento escolar pode admitir formas de progressão parcial, desde que preservada a seqüência do currículo, observadas as normas do respectivo sistema de ensino;

IV - poderão organizar-se classes ou turmas, com alunos de séries distintas, com níveis equivalentes de adiantamento na matéria, para o ensino de línguas estrangeiras, artes ou outros componentes curriculares;

V - a verificação do rendimento escolar observará os seguintes critérios:

a) avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais;
b) possibilidade de aceleração de estudos para alunos com atraso escolar;
c) possibilidade de avanço nos cursos e nas séries mediante verificação do aprendizado;
d) aproveitamento de estudos concluídos com êxito;
e) obrigatoriedade de estudos de recuperação, de preferência paralelos ao período letivo, para os casos de baixo rendimento escolar, a serem disciplinados pelas instituições de ensino em seus regimentos;

VI - o controle de freqüência fica a cargo da escola, conforme o disposto no seu regimento e nas normas do respectivo sistema de ensino, exigida a freqüência mínima de setenta e cinco por cento do total de horas letivas para aprovação.

VII - cabe a cada instituição de ensino expedir históricos escolares, declarações de conclusão de série e diplomas ou certificados de conclusão de cursos, com as especificações cabíveis.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

BRASILEIROS MORTOS NA TRAGÉDIA DO HAITI


Número de brasileiros mortos no Haiti pode aumentar, diz Exército


BRASÍLIA - O chefe do Centro de Comunicação Social do Exército, general-de-brigada Carlos Alberto Barcelos, informou que o número de mortos e feridos no terremoto que atingiu a capital do Haiti, Porto Príncipe, pode aumentar. Já foram confirmadas as mortes de quatro militares brasileiros e cinco feridos. Os familiares de todos eles já foram avisados.

Os mortos são o primeiro-tenente Bruno Ribeiro Mário, o segundo-sargento Davi Ramos de Lima, o soldado Antônio José Anacleto e o soldado Tiago Anaya Detimermani – todos do 5º Batalhão de Infantaria Leve, sediado em Lorena (SP).

De acordo com o general, os quatro militares brasileiros estavam fora da base no momento do terremoto. Segundo ele, a base da força de paz brasileira não foi atingida pelos tremores.


PARA VER A MATÉRIA COMPLETA ACESSE:

http://jbonline.terra.com.br/pextra/2010/01/13/e130114052.asp


SITUAÇÃO DOS CRISTÃOS EM HAITI DESDE 2004


Cristãos enfrentam riscos crescentes



HAITI (*) - Enquanto o Haiti sofre uma série de desastres nacionais, um porta-voz da comunidade cristã da nação da ilha disse que os cristãos estão enfrentando riscos ainda maiores.

Mais de 1.500 pessoas morreram nas enchentes causadas pela tempestade tropical Jeanne. Isso aconteceu depois que os Estados Unidos foram obrigados a situar uma Força de Paz na ilha a fim de apagar a violência política que sucedeu a expulsão do presidente Jean-Bertrand Aristid, em fevereiro.

Haitianos, entretanto, encontraram pouca paz no Haiti. A delinqüência excessiva transformou a ilha em uma nação sob o comando de gangues criminosas. A onda crescente de crimes, desde a saída de Jean-Bertrand Aristide, custou a vida de um dos mais proeminentes cristãos da ilha, no começo desse mês.

Assalto foi o aparente motivo da morte de Jean-Moles Lovinksky Bertomieux, de 43 anos, no dia 13 de setembro, um ministro batista haitiano que mantinha um programa de rádio cristão. Jean estava a caminho de seu trabalho na Port-au-Radio Caraibes Prince para transmitir seu popular programa "Morning Manna". A polícia prendeu três homens envolvidos com o assassinato.

Para ler a matéria completa acesse:

http://www.portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=1409





segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

18ª edição do Encontro Nacional dos Padres Casado

Aconteceu a 18ª edição do Encontro Nacional dos Padres Casados na região de Ribeirão preto e contou com a presença de 60 padres com suas famílias. A última, a dois anos atrás aconteceu aqui em Recife.

O celibato tem sido um problema para o Vaticano desde longa data. Dados recentes afirmam que desde 1970 quando cerca de dez mil padres deixaram a batina para se casarem, o número saltou para cento e vinte mil em nossos dias.

A Grande Reforma Protestante do século XVI resgatou os valores cristãos para a família conforme as Escrituras, garantindo o direito bíblico para os ministros da Igreja de Cristo de casarem-se no Senhor (Tito 1. 1-9).

Hoje os católicos estão buscando este mesmo caminho, que aliás, começou com um monge católico, Martinho Lutero, que depois de romper com a igreja romana, casou-se e teve filhos.



QUE NOME VOCÊ DARIA A SEU FILHO: Gabriel, Arthur, ou Julia, Sofia

QUE NOME VOCÊ DARIA A SEU FILHO: Gabriel, Arthur, ou Julia, Sofia
Veja a lista dos dez nomes mais usados.

Algumas pessoas escolhem o nome por terem significados interessantes, outros apenas por acharem os nomes bonitos. Nomes combinados estão em alta. O nome João sem combinação ainda encontra seus seguidores. Dicas de como escolher um nome.


Estas e outras informações estão na pesquisa elaborada pelo site brasil.babycenter.com. Lá você terá acesso ao ranking dos 100 nomes mais escolhidos para os meninos e para as meninas.
Também foi identificado que na maioria dos casos de escolha do nome do bebê, o casal participou ativamente. Quando um só decide, é a mulher que assume o papel principal.

É só anunciar a gravidez que todo mundo quer saber como o bebê vai se chamar. Essa é uma decisão deliciosa e crucial, capaz de provocar empatia imediata ou embates acirrados entre familiares e amigos. Para quem tem dúvidas sobre o assunto ou quer saber o significado do nome, O Grande Guia dos Nomes de JOÃOBIDU traz 5.000 nomes diferentes e seus significados: masculinos, femininos, bíblicos e indígenas. Além disso, a leitora fica sabendo sobre a personalidade, o jeito de ser da criança de acordo com seu signo, elementos de sorte, primeiros cuidados e muitas simpatias que ajudarão no dia-a-dia da mamãe.

Leia também a matéria do Folha Online sobre esta pesquisa:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u677177.shtml

  1. Gabriel
  2. Arthur/Artur
  3. Matheus/Mateus
  4. Davi/David
  5. Lucas
  6. Guilherme
  7. Pedro
  8. Miguel
  9. Enzo
  10. Gustavo
  1. Júlia/Giulia
  2. Sofia/Sophia
  3. Maria Eduarda
  4. Giovanna/Giovana
  5. Isabela/Isabella
  6. Beatriz
  7. Manuela/Manoela/Manuella
  8. Yasmin/Iasmin
  9. Maria Clara
  10. Ana Clara
Acesse a lista completa e outras informações da pesquisa em:

http://brasil.babycenter.com/pregnancy/nome/ranking-2009/

O Grande Guia dos Nomes de JOÃOBIDU

http://www.editoraaltoastral.com.br/site/revistas_interna.php?id=30

HERANÇA REFORMADA: ORAÇÃO PARA A FAMÍLIA

Nos tempos da reforma protestante, além de Genebra, a Escócia, França, Holanda, Inglaterra, e quase todo continente europeu estava envolvido com algum tipo de liturgia que continha orações modelos para diversos momentos: Culto Público, Ceia, Batismo, Catequese, Instruções. Mesmo nos lares, as famílias faziam uso de algumas orações herdadas dos pais reformados.


Essa prática de utilizar orações modelos, ainda que pareça estranha para nós hoje, era comum no período da reforma, onde quase toda igreja reformada tinha um “Livro de Orações”. Essa herança tem a garantia da ortodoxia e em espírito de santidade nos eleva a Deus de forma reverente, humilde e responsável.


Homens grandemente comprometidos com as verdades das Escrituras e compromissados com um culto verdadeiro, livre de inovações que pervertem a adoração simples; homens piedosos e determinados com a causa do evangelho assim nos ensinam através da oração como nos dirigir a Deus de forma apropriada.


Começando pelas orações modelos, tanto nós como nossos filhos, poderão aperfeiçoar as próprias orações dentro dos padrões confessionais das igrejas de tradição reformada.


Para conhecer algumas dessas orações, acesse o link

http://familiadopacto.blog.terra.com.br/?cat=136713



sábado, 9 de janeiro de 2010

A LEI DE DEUS O que é a Lei de Deus

A LEI DE DEUS

O que é a Lei de Deus

Deus proferiu e revelou diversas determinações e deveres para o homem, em diferentes épocas na historia da humanidade. Sua vontade para o homem, constitui a sua Lei e ela representa o que é de melhor para os seus. Quando estudamos a Lei de Deus, mais detalhadamente, devemos, entretanto, discernir os diversos aspectos, apresentados na Bíblia, desta Lei. Muitos mal-entendidos e doutrinas erradas podem ser evitados, se possuirmos a visão bíblica do assunto.
Nossa convicção é de que podemos dividir a Lei de Deus em três aspectos:

Os três aspectos da Lei de Deus

1. A Lei Civil ou Judicial – Representa a legislação dada à sociedade ou ao estado de Israel, por ex.: os crimes contra a propriedade e suas respectivas punições.


2. A Lei Religiosa ou Cerimonial – Esta representa a legislação levítica do Antigo Testamento, por ex.: os sacrifícios e todo aquele simbolismo espiritual.


3. A Lei Moral – Representa a vontade de Deus para com o homem, no que diz respeito ao seu comportamento e deveres principais.

É toda a Lei aplicável aos nossos dias?

Quanto à aplicação da Lei, devemos exercitar a seguinte compreensão:

1. A Lei Civil: Tinha a finalidade de regular a sociedade civil do estado teocrático de Israel. Era temporal e necessária para época À qual foi concedida, mas foi específica para aquele estado teocrático. Como tal, não é aplicável normativamente em nossa sociedade. Um exemplo de erro de compreensão é encontrado nos Sabatistas (Adventista do Sétimo Dia). Eles erram em querer aplicar parte dela, ao nosso dia-a-dia, mas terminam em incoerência, pois nunca vão conseguir aplica-la, nem fazê-la requerida, em sua totalidade.


2. A Lei Religiosa: tinha a finalidade de impressionar aos homens a santidade de Deus e concentrar suas atenções no Messias prometido, Cristo, fora do qual não há esperança. Como tal, foi cumprida com Sua vinda e não se aplica aos nossos dias. Mais uma vez, como exemplo, de falta de compreensão desse aspecto da Lei, temos os adventistas que erram em querer aplicar parte dela nos dias de hoje (como por exemplo, as determinações dietéticas) e em misturá-las coma Lei civil.


3. A Lei Moral: Tem a finalidade de deixar bem claro ao homem os seus deveres, revelando suas carências e auxiliando-os a discernir o bem e o mal. Como tal, é aplicável em todas as épocas e ocasiões e assim foi apresentada por Jesus, que nunca aboliu. Neste caso, os Adventistas acertam em considerá-la válida, porém erram em confundi-la e em misturá-la com as duas outras, prescrevendo uma aplicação confusa e desconexa.

Texto extraído do livro A Pena Capital e a Lei de Deus
Uma Posição Bíblica Para os Evangélicos
Solano Portela
Editora: Os Puritanos

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Trazendo o Evangelho aos Filhos da Aliança - Parte 2

Trazendo o Evangelho aos Filhos da Aliança-Parte 2

TRAZENDO O EVANGELHO AOS FILHOS DA ALIANÇA

Joel Beek

Culto doméstico

Como Abraão, amorosa, mas firmemente, comandai vossas casas na adoração a Deus (Gn.18:19). A exemplo de Josué sejais determinados a servir e adorar a Deus diariamente em vossas famílias (Josué 24:15). Como cabeça da família, reuni vossas famílias pelo menos uma vez por dia para a leitura das Escrituras, instrução bíblica, oração, e cânticos de louvor. Eis algumas sugestões sobre como implementar esses quatro aspectos da adoração em família.


a) Leitura das Escrituras.
Primeiro, ter em plano. Por exemplo, ler 10 a 20 versículos do Antigo Testamento de manhã e do Novo Testamento à tarde. Ou ler os Salmos e porções biográficas. Ou ler os milagres e parábolas de Cristo. Seja qual for o plano que tenhais, assegureis que a bíblia seja lida por inteiro num período de tempo de um a dois anos. Dai a bíblia inteira a vossas crianças, mesmo em tenra idade.
Segundo, considerar as ocasiões especiais.
Em manhãs de domingo podeis ler Salmos 48, 63, 84, 92, 118, ou João 20. Em um dia sabático,quando a Santa Ceia é administrada, podeis ler Salmos 22, Isaías 53, Mateus 26, ou João 6. Ou, se preferirdes, textos apropriados para ocasiões especiais. Quando for para empreenderdes uma viagem, Salmos 91 e 121 juntos serão apropriados.
Terceiro, envolver a família. Que cada um que saiba ler tenha uma Bíblia a sua frente. Como cabeça da família, designai também alguns trechos para serem lidos por crianças. Ensinai-lhes a ler reverentemente, vagarosamente, e com expressão. Quando necessário, fornecei explicações breves, antes, durante e depois da leitura.


b) Instrução Bíblica.
Quando ensinardes, primai pela pureza de doutrina (Tito 2:7). Não ponhais de lado a precisão doutrinária mesmo quando estiverdes ensinando crianças novas. Tende em mira a simplicidade, solidez e integridade da doutrina.
Enfatizai o básico. Ensinai a vossas crianças os Dez Mandamentos, a Oração Dominical e o credo dos Apóstolos, preparando-as para instrução mais avançada. Repeti-os em voz alta periodicamente em família, durante vosso culto doméstico. Ou utilizai livros que vos auxiliem, tais como exposições bíblicas simples e diretas (Pensamentos Expositivos Sobre o Evangelho de J. C. Ryle, volumes 7), Histórias bíblicas (Van Dam, Mackenzie, Vos, Vreugdenhil), devocionais diárias (Hawker, Spurgeon, Jay,Mason, Gurnall, M' Cheyne), ou histórias sobre Deus agindo na igreja (construindo sobre a rocha, volumes 4). Sejai claros e sinceros em conteúdo e estilo. Encorajai as crianças a fazerem perguntas. De vossa parte, dirigí-lhes perguntas apropriadas à suas idades. Tende sempre à mão um ou dois bons comentários bíblicos, como os de João Calvino, Mathew Henry, Mathew Poole, e John Gill, que auxiliem a toda a família no entendimento de vários textos.
Seja relevantes e práticos quanto às explicações, trazendo à alma o valor experimental das verdades ensinadas. Sem receios e com simplicidade, compartilhai vossas próprias experiências.
Seja afável em vosso modo de falar. O tom de cordialidade encontrado no livro de provérbios sirva de exemplo para nós: "Expressões como filho meu" demonstram afeto, ternura, amor, interesse e urgência pulsando do coração e das exortações de um pai.
Descei ao mundo de vossos filhos. Que vossos conceitos sejam concretos, ao invés de abstratos. Dos sermões que ouvis, fazei um resumo explicativo para eles. Tanto quanto possível, relacionai instrução bíblica com eventos correntes na família, sociedade e nação.
Exigi total atenção de vossos filhos. As verdades divinas demandam o ouvir. Tendes verdades de vida e morte para comunicar. Levai a efeito Provérbios 4:1 "ouvi, filhos, a instrução do pai, e estai atentos para conhecerdes a prudência". Ocasiões haverá em que tereis de dizer e reforçar "assenta-te meu filho, e olha para mim enquanto falo. É sobre Deus e sua palavra que estamos tratando, e Ele merece ser ouvido".
Orações. Essas devem ser simples, sem, contudo serem superficiais; naturais, e, contudo solenes; diretas, e, contudo variadas. Buscai a Deus como família, em adoração e dependência. Invocai-o propriamente, mencionando Seu Nome, e talvez um ou dois de seus atributos. Confessai os pecados da família, pedindo perdão por cada transgressão do dia. Suplicai por misericórdias eternas, espirituais e temporais. Intercedei pelos amigos da família. Oferecei ações de graças por favores já recebidos. Conclui bendizendo a Deus pelo que Ele é em Si mesmo, e pelo que Ele tem feito por vossa família. Expressai o desejo de que Sua glória permaneça para sempre. E finalmente, encerrai com rogos de perdão por amor de seu filho.


c) Cânticos de louvor.
Apresentai a vossas crianças os cânticos de Sião. Os Salmos falam ao coração de cada crente, e cobrem toda a extensão da experiência cristã. Adquira exemplares do Saltério para cada membro da família. Frisai as canções que enfatizem as verdades centrais do Evangelho, e que sejam ricas e próprias para a devoção, instrução e admoestação. Para crianças menores, começai com uma estrofe ou duas dos textos mais simples tais como os números 7, 10, 24, 49, 53, 140, 162, 203, 235, 246, 268, 281, 322, 345, 370, 394, 408, e 431. Posteriormente, ensinai-os as canções que focalizam o problema do pecado tais como os números, 83, 110, 141-144, 217, e 362, e as canções que estão repletas de pessoa e da obra de Cristo, tais como os números 3, 28, 47, 125, 183, 200, 303, 318, 368, 399, e 426. Fazei uso freqüente das doxologias, tais como os números 196, 197, 315, 413, e 420-5. Cantai as canções favoritas da família, mas introduzi novas canções da tempos em tempos. Reforçai o que está sendo ensinado na escola ou classe de catecismo, fazendo uso das seleções do Saltério designadas para exercício de memória. Encorajai bons hábitos de canto, tais como postura, o uso apropriado da voz, e dicção clara. Lembrai a vossas crianças que elas estão cantando trecho da palavra de Deus, e que isso deve ser feito com reverência e cuidado. Orai com eles para que Deus vos conceda a graça de cantarem ao Senhor como Ele ordena em Sua palavra (Cl 3:16). Juntos, meditai nas palavras que cantais. Que o vosso culto doméstico seja regular e sincero. Como diz Richard Cecil, ''Que o culto doméstico seja breve, de sabor agradável, simples, terno, celestial". Deus demanda tal adoração em família, o Senhor é digno dela, a consciência a aprova, e por meio dela as crianças são beneficiadas. Algumas razões específicas para a adoração em família são:
O bem estar eterno de vossas esposas, vossos filhos, e vossas próprias almas. A satisfação de uma boa consciência. Uma poderosa ferramenta para assistir-vos na criação de vossos filhos. A brevidade de vida. O amor pela glória de Deus, e o bem estar da igreja.
Ouvi o conselho de J.W.Alexander: "Juntamente com vossas famílias, voai para o trono da graça. Rogai a Deus para que abençoe vossos tímidos esforços, e salve vossas crianças. Advogai com Ele, para que vossos filhos da aliança sejam recebidos em Seus eternos braços".

Este Artigo foi publicado em Português pela revista Os Puritanos, Nº 1 de 2005 - Os Hinos do Povo de Deus.

Trazendo o Evangelho aos Filhos da Aliança-Parte 1

Trazendo o Evangelho aos Filhos da Aliança-Parte 1

TRAZENDO O EVANGELHO AOS FILHOS DA ALIANÇA.
Joel Beek

PARTE 1



Usando os meios
Após explicar o conteúdo do Evangelho a vossas crianças, é preciso saber como isto deve ser usado para confrontá-las quanto às reivindicações do mesmo.
Antes de tudo reconhecei que sois primariamente responsáveis pela evangelização de vossos filhos. Em termos práticos, isto significa assegurar que, aquela mesma visão de mundo que tendes, isto é, centrada na Bíblia e que honra a Cristo, seja encontrada nas instituições ou coisas que influenciam a vida de vossos filhos por qualquer período de tempo - seja uma igreja e seus oficiais, uma escola e seus professores, uma babá, ou o mundo de alta tecnologia dos computadores.
Crianças necessitam de coerência, particularmente quanto aos três principais meios de informação e exemplo de suas vidas: lar, igreja, escola. Esses três formam um triângulo, e nós pais somos responsáveis pelos três. Por enquanto, examinemos nossa responsabilidade em casa.
Um lar santo é o maior e o mais amplo contexto para evangelização, e envolve os seguintes ingredientes:

1. Oração.

É Thomas Brooks que afirma que "uma família sem oração é como uma casa sem telhado, sujeita às tempestades do céu." Nós precisamos orar com nossas crianças e por nossas crianças. A prática de oração deve:


a) Ser habitual: Em nossa programação diária, separai um tempo e lugar para oração, tendo vossas crianças no topo da lista. Oração é a primeira e melhor coisa que podemos fazer por nossos filhos. "Podeis fazer mais do que orar, depois de haverdes orado, mas não podeis fazer mais do que orar, até que tenhais orado", escreveu John Bunyan.


b) Ser espontânea: Sempre que sentirmos necessidade de orar por uma criança, devemos fazê-lo imediatamente. Nossos antepassados holandeses chamavam isto de oração “com o chapéu na cabeça”, No significado literal, ou seja, oferecer orações curtas e pungentes enquanto estiver executando tarefas tais como: dirigindo na estrada, lavando e passando roupa, estudando, ou fazendo qualquer outra coisa. Se hesitarmos quando recebemos tais impulsos, o desejo e ímpeto de orar serão grandemente diminuídos.


c) Levar em conta a aliança. Devemos orar por nossos filhos apelando pela relação pactual que eles têm com Deus. Deus colocou Seu nome ao lado deles no batismo e os reivindicou para Si mesmo. Em vossas orações, apontai as frontes batizadas de vossos filhos. A exemplo de Davi, apelai, “atende a Tua Aliança”(salmos 74:20), por amor de tua Glória.


d) Ser específica. Nossas orações muitas vezes são cheias de chavões. Nossos filhos necessitam de petições deliberadas e específicas, que travem guerra contra a cultura hostil de nossos dias, cultura esta que luta querendo ganhar as almas deles. Orações pelas necessidades específicas de cada filho devem ser feitas individualmente pelos pais, mas também juntos.Devemos orar por conversão, por fé salvadora, por graça preservadora, para cada filho,individualmente.
Quando estivermos orando por filhos crentes, devemos pedir mencionando cada bem-aventurança e frutos do Espírito. Nós devemos orar para que as mentes desses filhos sejam cheias das boas coisas mencionadas em Filipensses 4:8 e que seus desejos sejam cercados e refreados pelos Dez Mandamentos. Devemos orar também por nós mesmos, como pais, rogando por forças para as tarefas específicas, por sabedoria para tomar boas decisões, e por paciência e persistência no exercício diário de nossos deveres de pais.


e) Ser séria e sincera. A oração é nossa maior arma na criação de uma família cristã. Como diz o velho ditado: "O diabo treme quando vê o mais fraco dos santos de joelhos". Busquemos graça para orar como fazia Alexander Whyte por seus filhos: Oh! Deus todo poderoso, nosso Pai Celestial, dá-nos uma semente que esteja junto a ti! Prostrai-nos a nós mesmos e nossas famílias com pobreza, se de outro modo nossa semente não estiver junto a Ti! Oh, Deus, dá-nos nossas crianças. Dá-nos nossas crianças. Pela segunda vez, e por um nascimento muitíssimo mais sublime, dá-nos nossas crianças para estarem do nosso lado em Tua santa aliança. Pois teria sido melhor se jamais tivéssemos sido a noiva; teria sido melhor se tivéssemos ficado assentados por todos os nossos solitários dias, a menos que venham a estar junto a Ti. Mas tu, oh Deus, Tu és um Pai, e tens em Ti um coração de Pai. Ouça-nos, portanto, por nossos filhos, oh, nosso Pai. Em tempo e fora de tempo, não subiremos ao nosso leito, não daremos sono aos nossos olhos nem deixaremos toscanejar nossas pálpebras, enquanto não estivermos junto a Ti, nós e nossa semente.
Certa vez escreveu Charles Spurgeon,"Como pode um homem ser um cristão e não amar sua descendência? Como pode um homem ser um crente em Jesus Cristo, e ainda assim ter um frio e duro coração para com seus filhos, no tocante às coisas do Reino? É nossa obrigação educar nossos filhos no temor do Senhor; e embora não possamos dar-lhes graças, temos a graça de orar a Deus para que graça lhes seja concedida; e, em resposta às nossas muitas súplicas, Ele não nos despedirá, mas terá prazer em considerar nossos suspiros e lamentos''.
A mãe de Spurgeon era uma que orava assim.
“Spurgeon lembra-se de quando, sentado no seu colo, sentia suas tépidas lágrimas enquanto orava, ‘‘Oh Senhor, Tu sabes se essas orações não serão respondidas na conversão de Charles, pois essas petições que darão testemunho contra ele no dia do juízo”.
A lição não foi desperdiçada em seu filho. “Produzia terror em meu coração, o pensamento de que aquelas orações de minha mãe dariam testemunho contra mim no juízo’’, escreveu Charles Spurgeon anos mais tarde”.
Buscai graça através da oração para trazer sobre vossas casas as bênçãos do Deus todo poderoso (Mt 11:12). Orai com sinceridade, lembrando-se das ricas promessas de Deus quanto a responder orações (Is 30:18-19; Mt 7:7-8; João 16:23-24). Confiai nos compassivos ouvidos de Deus (Hb 11:6), Orai com fé e persistência (Tiago 1:5-7; Lucas 18:1), de acordo com a vontade dEle (1 João 5:14-15), confiando que Ele responderá em Seu tempo.Como escreveu John Witherspoon, único ministro na lista dos que assinaram a carta de Declaração de Independência dos Estados Unidos:

"Notáveis exemplos posso eu contar-lhes,
De pais que por longo tempo pareciam laborar em vão,
E que, no entanto, contentados foram,
Em alguma mudança verem, afinal.
E também o exemplo de alguns filhos,
Embora que depois da morte de seus pais,
Produziram frutos quando parecia
Que a semente em tenra idade neles semeada,
Havia por completo se desperdiçado".

Somos advertidos quanto ao fato de que Deus fará derramar Sua ira sobre famílias que não invocam Seu nome. Porém, bem-aventurados serão aqueles filhos que mais tarde poderão dizer: "As orações de meus pais tementes a Deus livraram-me de muito pecar e conduziram-me ao Senhor Jesus Cristo".


Este Artigo foi publicado em Português pela revista Os Puritanos, Nº 1 de 2005 - Os Hinos do Povo de Deus.

ESTAMOS SOB A LEI OU SOBRE A GRAÇA DE DEUS?

ESTAMOS SOB A LEI OU SOBRE A GRAÇA DE DEUS?
Solano Portela

Muitas interpretações erradas podem surgir de um falho entendimento das declarações bíblicas sobre esta questão. Com efeito, Paulo ensina que “não estamos sob a lei mas sob a graça” (Rm 6: 14). Mas o que quer dizer “não estar sob a lei de Deus?” Perdeu ela a sua validade. É apenas um registro histórico? Estamos em uma situação de total desobrigação para com ela? Vamos apenas subjetivamente, “amar”, sem direcionamento ou ações concretas que comprovem este amor? Como vimos acima, temos que considerar os múltiplos aspectos da “lei de Deus”: Lei Civil ou Judicial, Lei Religiosa ou Cerimonial e Lei Moral. Se considerarmos que esses três aspectos apresentados da lei de Deus são distinções bíblicas, podemos afirmar:



• Não estamos sob a Lei Civil de Israel, mas sob om período da Graça de Deus, em que o evangelho atinge todos os povos, raças, tribos e nações.


• Não estamos sob a Lei Religiosa de Israel, que apontava para o Messias, foi cumprida em Cristo, e nos prende sob nenhuma de suas ordenanças cerimoniais, uma vez que estamos sob a graça do evangelho de Cristo, com acesso direto ao trono, pelo seu Santo Espírito, sem a intermediação dos sacerdotes.


• Não estamos sob a condenação da Lei Moral de Deus, se fomos resgatados pelo seu sangue, e nos achamos coberto por sua graça.


• Não estamos, portanto, sob a lei, mas sobre a graça de Deus, neste sentido. Entretanto...


• Estamos sob a Lei Moral de Deus, no sentido de que ela continua representando a soma de nossos deveres e obrigações para com Deus e para com o nosso semelhante.


• Estamos sob a Lei Moral de Deus, no sentido de que ela, resumida nos Dez Mandamentos, representa a trilha traçada por Deus no processo de santificação, efetivada pelo Espírito Santo em nossas pessoas (João 14: 15). Nos dois últimos aspectos, a própria Lei Moral de Deus é uma expressão de sua Graça, representando a objetiva e proposicional revelação de Sua vontade.



É verdade, portanto, que, nos sentidos cima, não estamos sob a lei, mas sob a graça de Deus. Devemos cuidar, entretanto, para nunca entender esta expressão como algo que invalida a lei de Deus aos nossos dias. Mais importante, ainda, devemos cuidar para não transmitir conceitos falsos e não bíblicos, estabelecendo um falso contraste entre a lei e a graça, como se ambos não procedessem de Deus. Teologicamente, chamamos de antinomianismo, a filosofia que expressa total independência das pessoas para com a lei de Deus; que declara a invalidade dela para os nossos dias. Muitos ensinamentos no campo evangélico são, na pratica e em essência, antinômios e totalmente subjetivos – ou seja, desprezam a lei de Deus, negam a sua validade e colocam a interpretação subjetiva de cada um acima das determinações objetivas reveladas por Deus, na Bíblia. Quando os reformadores defenderam a expressão Sola Scriptura – somente as Escrituras, estavam reafirmando exatamente isso, que devemos sempre nos prender à objetiva revelação de Deus em sua Palavra, e não nas especulações ou tradições dos homens.


Quando examinamos a lei de Deus sob esses aspectos, muitas perguntas são pertinentes e devem ser individualmente respondidas. Será que temos a percepção correta de nossas obrigações para com Deus e para com o nosso próximo? Será que prezamos adequadamente a lei de Deus? Será que estamos utilizando o fato de estarmos “sob a graça” com desculpas para desprezarmos a lei de Deus?


Vemos, também, que qualquer tentativa de descartar as considerações bíblicas e um estudo mais profundo da Pena de morte, com a alegação – “Ah, esta foi uma determinação para o tempo da Lei, e nós estamos agora sob a graça...”, constitui-se em uma afirmação precipitada e sem significado, pois não leva em consideração os diversos aspectos e nuanças da Lei de Deus.


Texto extraído do livro A Pena Capital e a Lei de Deus


Uma Posição Bíblica Para os Evangélicos


Solano Portela


Editora: Os Puritanos

sábado, 2 de janeiro de 2010

SÉRIE SERMÃO: Sermão de Ano Novo

Sermão preparado pelo pastor Elissandro Rabelo (Dezembro 2009)

Leitura: Salmo 19
Texto: Salmo 19.7a

Amados irmãos em Cristo e caros visitantes


Daqui a algumas horas, estaremos entrando num ano novo e desejaremos uns para os outros um ano novo repleto de alegria, paz, felicidade e bênçãos. Certamente cada um tem seus sonhos, planos e desejos para realizar em 2010! E qual é a receita para ter um ano novo feliz e abençoado? Segundo o padrão do mundo é: “Muito dinheiro no bolso, saúde pra dar e vender!”. Mas será que é isso apenas que vai trazer verdadeira felicidade? Qual a receita divina? Que caminho devemos seguir para encontrar paz e felicidade em 2010? O caminho e a receita para um ano novo feliz e abençoado é a submissão aos princípios da palavra de Deus, é obedecer à lei do Senhor, é deixar que a palavra de Deus domine os nossos pensamentos, guie os nossos passos e seja uma luz para os nossos caminhos, planos e decisões em 2010 (Sl. 119.105).

Afinal de contas, diz a Bíblia que somente os que andam na lei do SENHOR são bem aventurados (Sl. 119.1,2; Sl. 19.11b). Essa bem aventurança e felicidade que é fruto da nossa obediência à palavra de Deus não se limitam a coisas materiais como dinheiro e boa saúde, nem significa ausência de sofrimento. Mas significa estar em paz com Deus, ter comunhão com o Senhor e com o seu povo, saber que Deus cuida de nós a cada ano e que ele está nos conduzindo em triunfo para a vida eterna.

Davi foi um homem feliz e abençoado por Deus. Deus o abençoou ricamente tanto no sentido material quanto espiritual. Deus o tirou do campo e do cuidado das ovelhas e fez dele o maior rei de Israel no AT. Deus lhe deu muitas riquezas e vitórias e a graça de morrer em ditosa velhice. Mas Davi não era um homem perfeito e a própria Bíblia não esconde seus pecados. No entanto, a Bíblia também nos mostra que uma qualidade linda em Davi é que ele era um homem que tinha o santo prazer de viver na presença de Deus por meio da oração e da meditação na sua palavra. Os salmos testificam da piedade de Davi, do seu amor por Deus, da sua tristeza e do seu arrependimento pelos seus pecados, da sua vida de oração constante e do seu apego à palavra de Deus! Quanto à palavra de Deus, ele chegou a dizer ao Senhor: “Quanto amo a tua lei! É a minha meditação todo dia”! (Sl. 119.97). Davi conhecia e amava a lei de Deus. A palavra do Senhor transformou a sua vida. A palavra de Deus se cumpriu na sua vida. A lei do Senhor era o seu prazer, o seu alimento, o padrão que dominava sua vida e guiava seus planos e decisões! Por isso Davi foi um homem que, apesar de suas fraquezas e aflições, viveu cada ano de sua vida debaixo da benção de Deus.

O Salmo 19 foi escrito por Davi. Aqui neste salmo, Davi louva a Deus por sua revelação a humanidade por meio da criação (vss. 1-6) e por meio da sua palavra (7-9). Ele também expressa o seu prazer na lei do Senhor (v.10) e o seu desejo de ser admoestado pela palavra do Senhor para se tornar irrepreensível (vss. 11-14). Notem irmãos que Davi, inspirado pelo Espírito Santo, nos dá um belo testemunho da perfeição e suficiência da palavra de Deus para guiar nossas vidas (vss.7-9). É claro que Davi naquele momento estava se referindo aos cinco livros de Moisés que era a palavra de Deus completa que ele tinha na época. Hoje nós temos mais do que Davi. Temos o Antigo e o Novo Testamentos completos e suficientes como nossa única regra de fé e prática. E o que Davi falou da lei de Deus na sua época, ainda mais pode ser afirmado por nós hoje quanto a Toda Escritura que foi inspirada por Deus, preservada e entregue em nossas mãos.

Meus irmãos! Notem que Davi fala três coisas acerca da palavra de Deus aqui no Salmo 19.7-9. Em primeiro lugar, ele nos dá uma descrição da palavra de Deus como sendo: A lei e o testemunho do SENHOR (v.7), os preceitos e o mandamento do SENHOR (v.8), o temor e os juízos do SENHOR (v.9). Em segundo lugar, Davi, nos apresenta algumas das qualidades da palavra de Deus: perfeita e fiel (v.7), reta e pura (v.8), límpida, eterna, verdadeira e justa (v.9). E por fim, Davi aponta para os benefícios que a Palavra de Deus produz na vida do crente: restaura a alma e dá sabedoria aos símplices (v.7), alegra o coração e ilumina os olhos (v.8). Neste sermão vamos atentar apenas para o ensino acerca da suficiência da palavra de Deus com base na parte (a) do verso 7 onde Davi afirma: “A Lei do SENHOR é perfeita e restaura a alma”.

Notem, irmãos, que a palavra de Deus é perfeita e restaura alma. Davi define a palavra de Deus como a lei do SENHOR. A palavra lei (no hebraico “Torah”) literalmente significa instrução, ensino. A Bíblia, portanto, é um livro didático, escrito por Deus para nos ensinar acerca do caminho da salvação que é Cristo somente e para nos instruir também acerca do que devemos crer e fazer para agradar a Deus. A Bíblia é o livro de instrução do SENHOR para o seu povo.

Notem irmãos a palavra “SENHOR” em letras maiúsculas. Ela aponta para o Deus da aliança que ama e salva o seu povo e que deseja receber da parte do seu povo amor e gratidão. Por isso, ele não nos deixa sem orientação, mas nos instrui com sua palavra a fim de que conheçamos sua vontade e a pratiquemos para sua glória. Cabe a nós como membros do povo de Deus nos apegar a palavra do Senhor, pois ela é útil para nosso ensino, repreensão, correção e educação na justiça ( II Tm.3.16).

Davi qualifica essa instrução que vem do SENHOR como sendo uma instrução perfeita: “A lei do SENHOR é perfeita”. O que Davi quer dizer com isso? O adjetivo “perfeito” aqui traz a idéia de algo que é “inteiro”, “completo” ou “suficiente”. Portanto, Davi está nos ensinando que não precisamos de nada mais além das Escrituras para sermos instruídos por Deus quanto a sua salvação e a sua vontade para nossas vidas.

Meus irmãos, a instrução que Deus nos deixou na Bíblia sobre si mesmo e sua obra de redenção é perfeita, suficiente e completa e, portanto, não precisa de nenhum acréscimo, mudança ou subtração. Infelizmente nós vemos no meio do cristianismo igrejas que até usam a Bíblia para instruir seus membros e afirmam crer que a Bíblia é a palavra de Deus, mas na prática negam a suficiência das Escrituras. A igreja de Roma, por exemplo, coloca a tradição da igreja, as decisões dos concílios e a palavra do papa na mesma posição e até acima da autoridade da palavra de Deus. No meio dos pentecostais e carismáticos, acrescenta-se as novas revelações do Espírito por meio de sonhos, profecias, ou seja, Deus continua falando hoje fora da Bíblia. Há também as seitas que usam a Bíblia e falam de Jesus, mas de modo errado. Algumas distorcem alguns textos da Bíblia para se conformar a sua mensagem. Outras igualam a Bíblia aos escritos de seus principais líderes religiosos. Essas pessoas precisam saber que Deus leva a sério a sua palavra e há de punir aqueles que distorcem, diminuem ou acrescentam algo mais à sua perfeita palavra (ler Ap.22.18,19).
Quanto a nós, devemos nos contentar com a alegria na perfeita palavra de Deus que ele nos deixou. Não precisamos de algo mais! A Bíblia é suficiente para nos ensinar acerca do caminho da salvação e para nos instruir sobre a vontade do Senhor para nós. Devemos nos lembrar do que Paulo escreveu em Romanos 15.4: “Pois tudo quanto, outrora, foi escrito para o nosso ensino foi escrito, a fim de que pela paciência e consolação das Escrituras, tenhamos esperança”. Por que dar ouvidos a novas profecias, se o que no passado foi escrito é suficiente e eficaz para nos dar consolo e esperança? Por que correr atrás de algo novo se a Bíblia continua viva e poderosa para salvar e restaurar nossas almas? (Sl. 19.7; Tg. 1.21).

Davi ainda afirma em nosso texto que a perfeita palavra de Deus produz em nós o benefício da restauração das nossas almas. A Palavra de Deus é poderosa e eficaz, pois o Espírito a usa para restaurar as nossas almas. O que isso significa? Significa que a palavra de Deus nos transforma de dentro para fora, ela muda a nossa vida. Deus usa a sua palavra para nos converter, para nos restaurar, para fazer do mais perdido pecador uma pessoa renovada e dedicada a ele.

A palavra de Deus não só converte pecadores, mas também reanima e fortalece crentes que estão fracos e desanimados. Davi pediu a Deus: “vivifica-me segundo a tua palavra”. Talvez você se sinta um crente fraco e desanimado. Você olha para o ano que passou e reconhece que não foi um crente tão dedicado! Talvez você deseje entrar nesse novo ano com um desejo maior de se entregar a Deus, de mudar a sua vida, de deixar para trás os maus hábitos e pecados que te incomodam! E você pergunta: O que fazer? Há um só caminho: volte-se para Deus e sua palavra! Apegue-se às Escrituras! Leia mais a Bíblia! Deixe ser dominado por essa palavra! Aplique os princípios da palavra de Deus em todas as áreas da sua vida (casamento, trabalho, lazer, etc.). Se você tem fome e sede da palavra, Deus há de nutri-lo, restaura-lo e fortalecer a sua fé! Como você vai ser forte para vencer as tentações? Usando a espada do Espírito que é a palavra de Deus, assim como Jesus que venceu as tentações de Satanás usando as Escrituras. Como você vai superar as aflições do tempo presente? Consolando-se nas promessas das Escrituras! Davi confessou: “O que me consola é isto, que a tua palavra me vivifica”! (Sl. 119.50). A Bíblia é para você que deseja mudar de vida e ser restaurado para servir a Deus.

CONCLUSÃO

Meus irmãos! Qual tem sido a sua atitude em relação à palavra de Deus? Ela é perfeita e suficiente pra você? Ou você corre em busca de algo mais? Sua vida tem sido restaurada e transformada pelo poder da palavra de Deus? Você se deleita na leitura e meditação da Bíblia a cada dia?

A cada ano que passa milhões de cópias da Bíblia são impressas, vendidas e distribuídas para as pessoas em toda a terra. Na verdade a Bíblia é o livro mais vendido do mundo. Em quase todas as casas existe pelo menos uma Bíblia. Porém, ao mesmo tempo, é triste afirmar que são poucas as pessoas que conhecem, crêem e amam as verdades da palavra de Deus. Há um desprezo muito grande pelas Escrituras nos dias de hoje. Há pessoas que negam e distorcem as verdades da Bíblia. Há outras que conhecem superficialmente as histórias bíblicas, mas não foram ainda transformadas pela palavra de Deus.

Infelizmente há até mesmo cristãos que possuem uma Bíblia, crêem em Jesus, vêm à igreja, mas não têm o mesmo prazer do salmista de ler e meditar dia e noite na palavra de Deus (Sl. 1.2). Às vezes, lêem a Bíblia somente quando estão na igreja e não se deleitam em meditar nessa palavra em casa individualmente ou em reunião com seus familiares e amigos.

Meus irmãos! Devemos ter cuidado com isso! Pode ser que estamos tão ocupados com nossos afazeres e em ganhar a vida ou desperdiçando tempo com TV ou outras coisas vãs que nos esquecemos de ler e estudar a Bíblia. É bom lembrarmos do que Cristo falou: “Não só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus” (Mt. 4.4). Nós precisamos ter fome e sede da palavra de Deus! Nós carecemos de ler, estudar, ouvir e meditar nas Escrituras continuamente. Pois é por meio da Escrituras, que o Senhor restaura a nossa alma e nos dá sabedoria, é pela palavra que o Senhor nos faz conhecer sua vontade, é pelo ensino da Bíblia que Deus fortalece a nossa fé e nos dá sabedoria para viver para a sua glória a cada dia, a cada ano e em tudo que fazemos!

Além disso, devemos nos deleitar na palavra de Deus porque essa palavra nos torna sábios para a salvação pela fé em Cristo Jesus. A Bíblia nos anuncia Cristo, sua salvação e seus mandamentos. Ele mesmo disse: “Examinais as Escrituras, porque elas testificam de mim” (Jo. 5.39). A Bíblia revela Jesus como o pão vivo que desceu do céu e nos alimenta para a vida eterna! A Bíblia anuncia Jesus como o Servo Sofredor que se humilhou e morreu na cruz em nosso lugar para nos dá perdão e acesso ao Pai! A Bíblia anuncia Jesus como o Bom Pastor que cuida de nós e está conosco a cada dia e a cada ano! A Bíblia anuncia Jesus como um Salvador manso e humilde em quem podemos encontrar descanso para nossas almas! A Bíblia anuncia Jesus como O Sumo Sacerdote que intercede por nós à direita de Deus Pai. A Bíblia anuncia Jesus como O Rei Glorioso e Vencedor que tem o controle da história em suas mãos e que virá em glória para buscar sua noiva amada que é a igreja! Que Cristo seja o centro das nossas vidas em 2010! Que a sua palavra domine a nossa vida e seja a lâmpada para os nossos pés e a luz para os nossos caminhos em tudo que desejamos realizar e conquistar em 2010! Pois somente com Cristo e sua palavra em nossa vida e coração, teremos um ano novo feliz e abençoado! Amém.