quinta-feira, 23 de março de 2017

CALVINO, GENEBRA E AS CAMADAS DO SAGRADO - Dr. Luiz Fabiano de Freitas


Calvino, Genebra e as camadas do sagrado

Dr. Luiz Fabiano Tavares
A cidade Suíça de Genebra representou importantíssimo papel na história da Reforma. Em 1526 os cidadãos de Genebra romperam com a casa aristocrática de Saboia, que dominava a região, fundando uma república. Já nesse tempo ideias reformadas circulavam na cidade e em 1535 o conselho governante rompeu laços com a Igreja Católica, adotando formalmente a Reforma no ano seguinte. Nas décadas subsequentes Genebra recebeu grande quantidade de refugiados que fugiam de perseguições religiosas, especialmente vindos da França. O mais famoso desses refugiados, sem qualquer dúvida, é João Calvino (1509-1564), que no ano de 1541 se instalou definitivamente na cidade, tornando-se nos anos posteriores um dos mais destacados pensadores reformados.
O viajante que visite Genebra poderá encontrar inúmeros testemunhos de sua história e da importância da Reforma na formação da cidade, inclusive no belíssimo Museu Internacional da Reforma. A pequena distância também poderá visitar a Catedral de São Pedro, onde Calvino pronunciou a maioria de seus sermões. Curiosamente, a atual fachada do prédio não data da época do reformador, tendo sido reconstruída no século XVIII, seguindo projeto do arquiteto italiano Benedetto Alfieri, em estilo neoclássico, então em voga, tomando uma forma que imitava os antigos pórticos gregos e romanos.
[Imagem A – Legenda: Antiga fachada da igreja em gravura realizada em 1730 por Robert Gardelle (esquerda) e a atual fachada, retratada em 1809 por Christian Gottlieb Geissler (Acervo da Biblioteca de Genebra).]
Adentrando o edifício, todavia, o visitante encontra a antiga nave, cuja decoração simples e elegante deriva dos esforços dos primeiros reformadores, cujo programa estético e eclesiástico determinava a eliminação de elementos decorativos considerados supérfluos ou excessivamente luxuosos. É interessante sentar ali e imaginar como era o culto à época da Reforma e os personagens que ali circulavam naquele período, como o próprio Calvino, mas também pessoas direta ou indiretamente envolvidas com a experiência da França Antártica (breve experiência de colonização francesa na Baía de Guanabara), como Jean Crespin, Pierre Richer ou Jean de Léry.
[Imagem 1 – Legenda: No interior da igreja é possível notar a estrutura arquitetônica gótica aliada à decoração simples elaborada pela Reforma. Ao fundo, o púlpito onde o próprio Calvino pronunciava seus sermões. (Fotografia do acervo pessoal do autor).]
No entanto, a catedral guarda outras surpresas... Seu subsolo é um riquíssimo sítio arqueológico, escavado desde 1977 e hoje aberto à visitação. Na verdade, a área já era ocupada há dois mil anos, antes mesmo da chegada dos romanos à região. Não à toa, ali se situava o túmulo de um chefe alobrógio - da tribo celta dos Alobrógios. É difícil dizer se era mesmo um chefe – é sempre saudável desconfiar da precisão de identificações arqueológicas. Em todo caso, ali jaz um guerreiro celta do século I a.C.
[Imagem 2 – Legenda: O bem conservado túmulo de um guerreiro alobrógio lembra os antigos habitantes da região. (Fotografia do acervo pessoal do autor).]
A certa distância dali se encontra um pequeno tesouro monetário enterrado no mesmo século. Note-se que com o tempo e a ação química da umidade as moedas se fundiram num bloco maciço. É interessante observar que entre algumas etnias celtas esses enterramentos de moedas (e outros objetos) correspondiam a uma forma bastante comum de culto a divindades ctônicas (subterrâneas). Por sinal, isso é particularmente verdadeiro em relação às tribos helvéticas, como mostra o famoso exemplo do lago de La Tène, onde eram atiradas oferendas. Tanto o túmulo quanto as oferendas monetárias mostram que aquele era um local sagrado, onde os mundos dos vivos, dos mortos e das divindades se encontravam.
[Imagem 3 – Legenda: O enterramento de moedas testemunha as práticas religiosas dos antigos alobrógios. (Fotografia do acervo pessoal do autor).]
O sítio arqueológico também preserva vestígios de que logo após a conquista romana o local foi transformado num templo. Esses vestígios são compostos principalmente por elementos arquitetônicos como capitéis de coluna ou alguns arcos. Curiosamente, essa camada enterrada corresponde à atual fachada de inspiração greco-romana, lembrando que a história e os estilos artísticos muitas vezes compõem complexas e inesperadas espirais. Os construtores da época romana dificilmente poderiam imaginar que seu modelo arquitetônico seria reutilizado no mesmo local, tantos séculos depois...
Por volta do século IV d.C. o local começou a ser utilizado como templo cristão, sofrendo sucessivas ampliações e alterações até o século XII. Por exemplo, podemos ver um batistério muito bem conservado, alimentado por um engenhoso sistema hidráulico. A forma e as dimensões do batistério remetem à propagação do cristianismo na Europa durante a Alta Idade Média, em que muitos se tornavam cristãos já adultos, tendo sido educados em cultos pagãos, marcando também uma outra fase do Catolicismo, em que era menos comum o atual costume de batizar crianças.
[Imagem 4 – Legenda: É possível perceber na direção superior direita o ponto terminal do encanamento que alimentava o batistério. (Fotografia do acervo pessoal do autor).]
Também é possível ver vestígios do antigo coro da Igreja, com sua simpática decoração geométrica esculpida na pedra, característica das edificações da Alta Idade Média, lembrando as antigas e profundas ligações entre música e espiritualidade, comuns a diversas denominações cristãs. Séculos mais tarde Calvino enalteceria a pureza e simplicidade do louvor através do canto a capella.
[Imagem 5 – Legenda: Esses entalhes rústicos e despojados talvez combinassem com a elegante simplicidade mais tarde almejada pelos homens da Reforma. (Fotografia do acervo pessoal do autor).]
Nesse mesmo período também foi instalado um claustro ao lado da igreja, lembrando a importância do monasticismo na história do Cristianismo durante a Idade Média. As celas dos monges era aquecidas por um engenhoso sistema de calefação radial, que nos meses mais frios distribuía ar quente através de tubulações sob o piso.
[Imagem 6 – Legenda: O sistema de calefação ajudava a enfrentar o rigoroso inverno dos Alpes. (Fotografia do acervo pessoal do autor).]
No fim da Idade Média o bispo local ainda contava com acomodações luxuosas do outro lado da Igreja, incluindo uma sala de recepção com sofisticada pavimentação decorativa, parcialmente conservada.
[Imagem 7 – Legenda: Os elaborados mosaicos contrastam com a simplicidade do atual piso da igreja, metros acima. (Fotografia do acervo pessoal do autor).]
No século XV o espaço foi amplamente reformado, e a catedral ganhou as formas góticas que ainda hoje ostenta em seu interior. Menos de 100 anos passados, com a adesão de Genebra à Reforma, a Igreja se tornou local de culto protestante, como já vimos.
É impressionante notar que ao longo de dois milênios e suas sucessivas transformações religiosas esse mesmo local permaneceu sempre sendo usado para funções sagradas. Coincidência?
Provavelmente não, a começar pela primeira mutação, logo após a conquista romana. Como se sabe, foi muito comum que antigos santuários celtas tenham sido "romanizados" pelas próprias populações nativas, originando inclusive estilos artísticos e arquitetônicos híbridos. Nesse sentido, era uma transformação muito mais arquitetônica que religiosa, embora as próprias divindades locais fossem muitas vezes assimiladas a divindades romanas equivalentes. É provável que os próprios Alobrógios tenham participado ativamente dessas transformações, em seu processo de integração ao mundo romano.
Por outro lado, a posterior apropriação católica daquele espaço teria finalidade muito distinta. A ocupação e cristianização de antigos santuários foi uma estratégia de catequese e conversão intensamente empregada pela Igreja Católica na época do Baixo Império e no início da Idade Média - que, por sinal, foi muito reutilizada durante a retomada da Península Ibérica aos muçulmanos e mesmo durante a conquista da América, transformando mesquitas ou templos ameríndios em locais de culto católico.  Nesse sentido, tratava-se de deliberada ação de proselitismo religioso, relacionado ao processo de expansão do Cristianismo do Mediterrâneo ao norte da Europa.
De certa forma, o mesmo pode ser dito da apropriação reformada no século XVI, quando a catedral católica sofreu drástica simplificação decorativa, como parte do programa protestante, especialmente através da eliminação das imagens. Desta feita, era um movimento de transformação dentro da própria tradição cristã que imprimia sua marca ao espaço e ao edifício.


Enfim, a Catedral de São Pedro em Genebra condensa não apenas dois mil anos de espiritualidade ocidental, mas ainda a densa trama de relações sociais, políticas e econômicas que engendraram todas essas transformações ao longo dos séculos. Suas paredes e seu solo guardam vivos e impressionantes registros da busca do ser humano pelo divino ao longo das eras, passando por diversas tradições religiosas e espirituais; as escavações arqueológicas no local mostram que os reformadores do século XVI caminhavam literalmente sobre séculos dessa longa aventura humana, constituindo mais um elo de uma longa corrente que mergulha no passado distante...








Doutor em História pela Universidade Federal Fluminense; autor dos livros Entre Genebra e a Guanabara – A discussão política huguenote sobre a França Antártica (Topbooks, 2011) e Da Guanabara ao Sena – Relatos e cartas sobre a França Antártica nas Guerras de Religião (EdUFF, 2011).

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

IMAGENS SAGRADAS PODEM SERVIR COMO LIVRO PARA IGNORANTES?



por Vivius Silva Pimentel

As discussões dos últimos dias sobre a suposta validade de "imagens pedagógicas" de Cristo me levaram a reler o capítulo 11 do primeiro livro das Institutas. Trata-se dum capítulo em que se apresenta com especial clareza não apenas a sabedoria de Calvino, mas também a sua (nem sempre tão) fina ironia.

A certa altura, ao discutir o argumento de que imagens são "livros para indoutos", Calvino sai com esta tirada cavalar: "Há uma simples razão pela qual aqueles que têm igrejas a seu encargo entregam o ofício do ensino aos ídolos: é porque eles próprios são burros".

A grosseria talvez seja desnecessária, mas o argumento que a precede é bíblico e valioso: tudo o que as imagens nos ensinam a respeito de Deus é necessariamente "fútil e falso". O madeiro é "ensino de vaidade", diz Jeremias (10.8), e a imagem de fundição apenas "ensina mentira", diz Habacuque (2.18). Fazer representações visíveis de Deus é absurdo não apenas porque "imagens corpóreas são indignas da majestade divina", mas também porque elas "diminuem o temor reverente e encorajam o erro".

Calvino também refuta o argumento (tão repetido nas últimas discussões) de que as imagens podem ser usadas apenas para "representar Deus" e não para adoração. Na verdade, ele toma o argumento de Agostinho, que, ao comentar o Salmo 113, condena também esse tipo "mais refinado" de religiosidade como sendo idólatra.

Como se estivesse lendo as discussões aqui no Facebook, Calvino também rebate quem o acusava de ser supersticioso ao ponto de rejeitar todo tipo de imagens, reconhecendo que pinturas e esculturas são "dons de Deus" para serem usados de modo digno e puro. Mas ele insiste: "pensamos ser ilícito dar uma forma visível a Deus, porque o próprio Deus o proibiu e porque isso não pode ser feito sem, em alguma medida, manchar a sua glória". Essa proibição divina se acha não apenas no Antigo Testamento, mas também no Novo, e Calvino faz uma interessante inferência de 1João 5.21, no qual o apóstolo nos exorta a nos acautelarmos não apenas do culto aos ídolos, mas dos ídolos mesmos.

É claro que ninguém é obrigado a concordar com as conclusões de Calvino, ao menos pelo simples fato de virem da boca do reformador. Mas é um tanto curioso que os argumentos sejam os mesmos rebatidos há quase cinco séculos e, apesar disso, não tenhamos visto muita interação com eles. O que me faz concluir algo sobre minha própria postura estes dias: se os que discordam não levam a sério o que escreveram os maiores defensores dessa posição, por que levariam a sério um verme como eu?

Como diria o Pernalonga... Isso é tudo, pessoal!



Presbítero da Igreja Presbiteriana da Aliança em Recife/PE. Bacharel e Mestrando em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco. Comentarista do Site Política Reformada.


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

COMENTÁRIO BÍBLICO JÓ 1.4-5 Quais foram os pecados dos filhos de Jó?



por Lucio Manoel

Jó 1.4-5
É recomendável a leitura dos dois primeiros capítulos para melhor compreensão do contexto.

Os versículos que aparecem entre aspas são minha tradução a partir do Texto Hebraico, para servir aos leitores na comparação com outras versões em Português.
“E iam seus filhos e faziam festa (banquete, almoço), cada casa em seu dia;  e enviaram e chamaram as suas três irmãs para comer e beber com eles. Aconteceu pois o rodízio dos dias da festa; e enviou Jó e os santificou, e se levantou de manhã bem cedo e levantou (ofereceu) holocaustos do número de todos eles, pois disse Jó: talvez os meus filhos tenham pecado e amaldiçoado (blasfemado) a Deus em seu coração.” 

No mundo antigo, como em Israel posteriormente, haviam muitas festas. Festas que duravam dias. O texto não identifica uma festa específica. Não há nenhum significado especial na palavra הַמִּשְׁתֶּ֜ה, pois pode indicar uma festa ou uma simples refeição (Gn 19.3). Pode se tratar de uma festa típica, como colheita, ou uma festa familiar. Festa de colheita não era exclusiva do povo de Israel. 

 Esta festa, como outras, demorou vários dias. Estes versículos parecem sugerir que cada dia da festa era realizada na casa de um dos filhos. Se considerado que Jó teve sete filhos homens, a festa deve ter durado sete dias. As três irmãs foram chamadas a se juntar aos irmão, mas elas não foram contadas no rodízio na festa. Talvez porque ainda estivessem na casa dos pais ou porque a contagem ficasse apenas por conta dos filhos homens, como era costume.

Não está claro se os filhos de Jó eram casados. Neste caso, o número de participantes das reuniões festivas podia ser maior. Mas se não eram casados, pelo menos, já eram adultos e tinham vidas independentes. Moravam em suas próprias casas. Eram responsáveis por si mesmos. Jó não estava com seus filhos o tempo todo. Nada é dito do fato que Jó não participava das festas. Talvez ele se achasse fora da idade para participar das festas dos jovens. 

Os pais e oficiais não devem impedir os encontros festivos dos jovens da igreja. O que não é recomendável de jeito nenhum é festa com os de fora (os filhos de teimavam em família). Se os filhos dos crentes e demais jovens da igreja temem a Deus, o cuidado dos pais e dos oficiais será o meio para Deus preserva-los do mal.

Apesar da independência dos filhos ao oitavo dia Jó se apressou a santificá-los e a interceder por eles. Nos tempos mais remotos, especialmente antes da instituição do sacerdócio levítico em Israel, cabia ao pai de família, as funções sacerdotais que mais tarde seriam atribuídas a Arão e a seus filhos. Pode ser levantado a questão que Jó suspeitava que as festas serviam à bebedice (em função do uso da palavra festa que deriva do verbo beber) ou até coisa pior. Sem negar essa hipótese, nada disso está afirmado no texto. O que está em destaque é o cuidado de um pai que sabe da exposição ao pecado a que os filhos estão submetidos.

Seus filhos e filhas estavam festejando, brincando, comendo e bebendo. Essa combinação podia oferecer ocasião para o pecado. Os ânimos podiam ficar alterados. Podiam acontecer excessos nas brincadeiras. Alguns podiam se sentir mais à vontade para tirar brincadeiras ofensivas. Outros podiam assumir atitudes libertinas. Ainda outros podiam  aproveitar a situação para desabafar suas mágoas. As possibilidades de alguma coisa dar errado eram tantas que Jó pensou “Talvez tenham pecado os meus filhos e blasfemado contra Deus em seu coração”. 

“Talvez” é uma palavra importante, porque Jó não está remediando uma situação pecaminosa criada por seus filhos, mas ele está preocupado com a honra de Deus e com a consequência de possíveis pecados para seus filhos.

Podia até não ter acontecido nada de mais grave nas festas. Mas as vezes alguém que se comporta de maneira adequada, ainda pode carregar grandes males no coração. Jó sabia disso. Por essa razão, ele sempre se colocava entre Deus e seus filhos: "Dessa maneira fazia Jó todos os dias.” O cuidado de Jó com os filhos era recorrente. 

Jó queria, de um lado, proteger a santidade de Deus dos possíveis pecados dos seus filhos, mas também proteger a seus filhos dos castigos que Deus poderia infringir sobre eles, caso estivessem ofendido a Deus, mesmo que fosse com os pecados ocultos do coração.

Até aqui pode-se notar que não há nada de errado com os filhos de Jó. E existe razão bíblica para essa conclusão: o bom testemunho dos filhos de Jó faz parte de seu bom testemunho diante da sociedade de sua época.

O bom testemunho de Jó é atestado pelo narrador do livro - é disso que trata os versos 1-5 (especialmente o verso primeiro). Mas o narrador faz questão de atestar que o próprio Deus dá bom testemunho de Jó (1.8; 2.3). Se fosse o caso que os filhos de Jó fossem péssimos exemplos de jovens; se eles fossem conhecidos pelos escândalos de bebedice e orgias em família, isso com certeza afetaria o bom testemunho de Jó perante a sociedade e invalidaria o testemunho que o próprio Deus deu dele.

Por que então comumente se fala dos pecados dos filhos de Jó? A suspeita recai sobre aqueles que tratam o simples uso de bebida alcoólica como pecado. Estas pessoas tendem a acusar os filhos e filhas de Jó de beberrões pecadores. Isso é no mínimo um equívoco, mas pode mesmo ser um grave pecado. Equívoco porque estas pessoas não conseguem distinguir o que a Bíblia fala sobre o bom uso da bebida do uso pecaminoso dela. Aqui não é lugar para explicar esse particular. Mesmo assim, é recomendável observar o uso positivo que a Bíblia faz da bebida (não apenas suco de uva, mas vinho e bebida forte). Observe especialmente as seguintes passagens (Dt 14.26; Sl 104.15). Apesar disso, a Bíblia condena a embriaguez (1Co 5.11; 6.10) e o escândalo (Rm 14.13; 16.17), e restringe o uso da bebida alcoólica em situações especiais (Lv 10.9). Porém, não peca aquele que faz uso adequado da bebida, mas aquele que, conscientemente, o acusa de não seguir as normas humanas adotadas por seu grupo. 

Estas anotações fazem parte da exegese de Jó 1.1-5 que serviu à pregação na Igreja Reformada de Maceió.

Para assistir ao vídeo da pregação, clique Aqui.






#LucioManoelVDM
Lucio Manoel é pastor missionário da Igreja Reformada de Maceió, Bel. em Divindade pelo Instituto João Calvino, em Recife/PE. Lucio Manoel é colaborador do Projeto Dordt-Brasil e Refo500 Brasil